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sábado, 26 de março de 2011

O Mausoléu do Antro das Sombras

 

 

Personagens da aventura

 Humana: A princesa paladina April Menseph de Loregard





 Humano: O clérigo de Endor Malafai de Loregard 

 

 

 

 

 

 

 

 

Elfa: A ranger Thiven Ririon de Kalenthorn







Bruxo: Arthus "Articus" Lordan "O Kendoriano" aprendiz de Justárius o Mago Imperial













Sinopse: Bael Turath, o reino humano que selou um pacto com os Nove Infernos e deu origem à raça dos tieflings. Embora os reais motivos da queda de Bael Turath ensejam debates, existem muitas criaturas ambiciosas e desiludidas que acreditam que a derrocada do império não ocorreu devido aos pactos infernais mas por mera falta de capacidade de manipulação e controle adequado desses pactos. Muitos magos poderosos, mas tolos tentaram manipular as forças infernais de Bael Turath durante décadas após sua queda, os magos tentavam inutilmente conquistar o poder dos diabos e demônios, mas apenas as trevas puderam encontrar, mas alguns poucos ainda vivem e a busca por esse poder continua.

O Mausoléu do Antro das Sombras

 

O elfo renegado Helvec é uma dessas criaturas. Helvec está confiante de que sua habilidade é suficiente para empunhar de forma adequada o poder ancestral de Bael Turath — ele acredita que esse realmente é o seu destino. Em suas aventuras, ele vem procurando as ferramentas para por a prova este suposto destino. Ele descobriu a localização de um sítio de poder ancestral do Império e foi capaz de dominar o guardião do lugar; ele também encontrou um livro com a descrição de um ritual que lhe permitirá uma comunhão com os poderes infernais ao custo de duas almas inocentes. Executando seqüestros oportunistas, ele conseguiu as duas almas de que precisava — dois garotos de uma cidade próxima do sítio de poder.
Essa história conta como os aventureiros April e Malafai de Loregard, Thiven de Kalenthorn e Arthus de Kendor impediram o poderoso mago Helvec de cometer dois assassinatos a sangue frio e de liberar um poder infernal sobre o mundo, embora o terrível mago elfo ainda viva e sob o comando de alguém ainda não conhecido manipule a ordem da pequena cidade de Donstar. 



Thiven observava as folhas caídas das árvores à procura dos rastros do cervo, mais alguns passos silenciosos e ela o avistou novamente, mas dessa vez ele não a escaparia, uma flecha prateada com penas amarelas cruzou o ar tinindo como se gritasse de dor e atingiu o cervo  bem no flanco esquerdo, o animal caiu quase morto, os passos rápidos da ranger logo alcançaram o cervo caído, Thiven fez uso de sua faca para acabar com a dor do animal.

-Agora tu terminaste tua jornada na terra, mas ainda nos encontraremos nos domínios de Lauranah.

Malafai e April estavam esperando a ranger voltar de sua caçada com a barriga quase se encostando às costas, como se fala em Thargus.

- Estou faminta Malafai, acho que poderia comer uma vaca sozinha - Falou a paladina.

- Acho que somos dois April, mas tenho fé que dessa vez Thiven trará mais que um coelho dessa vez - Respondeu o clérigo.

-Bem mais que um coelho dessa vez - Falou alto a ranger ao sair da floresta da névoa e deixando cair o cervo perto dos dois servos divinos de Endor.

Thiven preparou um belo banquete com o cervo e guardou grande parte da carne que certamente daria para alimentar o grupo até a próxima cidade, a cidade de Donstar.

- Trocaria minha armadura por um gole da cerveja dos anões agora - Falou a paladina sorrindo e deitando-se na grama sem nenhuma armadura, vestindo apenas suas roupas comuns. 

- Boa pedida minha amiga - Respondeu Malafai.

- Até que a bebida não era tão ruim - A ranger Thiven respondeu em gargalhadas.

Logo cedo no outro dia todos seguiram viajem e no começo da tarde quando Tal Maj estava bem alto no céu eles avistaram as muralhas da cidade de Donstar.

-Bem, acho que chegamos, não vejo a hora de me deitar em uma cama macia - Falou Malafai.

- Hum, pão, queijo e vinho depois de um belo banho de banheira com sais - Falou a paladina lembrando de seus banhos no castelo de seu pai e lembranças de casa apertaram-lhe o coração.

- Acho que prefiro minhas folhas na floreta, mas gostaria de lhe aconpanhar no vinho com pão e queijo - A elfa respondeu alegre já pensando na comida e no vinho, quem sabe vinho élfico.

Depois de alguns galopes todos já estavam nos portões da cidade de Donstar, April, Malafai estavam cansados da viajem, Thiven poderia viver na floreta pelo resto de sua longa vida élfica mas a curiosidade élfica falou mais alto.

O guarda do portão ao avistá-los abriu o portão antes mesmo de estes perceberem sua presença, a cidade não passava de um vilarejo pequeno com pouco mais de 2000 habitantes, a maioria das casas eram feitas de madeira acompanhando o sopé da montanha, as casas de alvenaria são destaque na cidade, elas estão espalhadas, mas a grande maioria delas fica bem no centro perto do templo de Endor, Malafai logo vê o templo e dirige-se até lá, April segue-o até o templo.

- Acho que esperarei vocês na taverna, bem acho que deve ter alguma por aqui - Thiven fala para a paladina meio sem saber o que fazer já que está é a primeira cidade humana em que ela põe seus pés.

Thiven entra na taverna com muita cautela, rápida e silênciosa ela passa quase que totalmente despercebida, os poucos que a viram não se deram conta que se tratava de uma elfa, ela vai até uma mesa no canto escuro da taverna, pouco mais de 10 pessoas estavam na taverna  três delas eram garotas que serviam as mesas, um homem que parecia ser o dono da taverna, pois estava sempre dando ordens para uma ou outra menina estava conversando com um homem de aspecto sombrio, o taberneiro era um homem louro com uma barba bem cuidada de sobrancelhas grossas e pele clara, ele vestia uma camisa branca com uma espécie de macacão por cima, o macacão estava molhado de cerveja e cheirava a cerveja, na verdade cheirava mais a cerveja que a própria cerveja, pois o macacão parecia nunca ter sido lavado e o cheiro foi ficando, ficando até chegar em um nível incomum, o homem com quem o taberneiro conversava vestia um grande manto marrom e seu rosto estava coberto por um capuz, uma terrível má impressão cobriu o coração da elfa como uma nuvem que cobre o sol, pessoas passavam de uma lado para outro, seja uma garota em busca de mais cerveja para uma ou outra mesa ou um homem bêbado indo atraz de uma das  moças em busca de um pouco de "emoção", em uma dessas obstruções de visão fornecidas pelas garotas e seus perseguidores o homem como se em um passe de mágica desapareceu do balcão e o taberneiro de repente estava sozinho limpando seu balcão, Thivem quase saltou da cadeira e percorreu os olhos por todo lado a procura do misterioso homem, mas não havia nenhum sinal dele realmente ele parecia ter desaparecido como se tivesse sido engolido pelo chão em que pisava. Thiven sentiu uma grande presença a observá-la na porta ta taberna um grande medo tomou conta de seu coração e lutando contra um pânico incomum ela olhou para a porta, por um curto momento ela viu o misterioso homem encapuzado observando-a, por um instante seus olhos se fitaram mas o homem rapidamente abriu a porta e saiu, Thiven não se moveu por alguns minutos devido a um medo incomum e mágico, minutos esses que para ela pareceram ser horas de agonia.

domingo, 20 de março de 2011

April, Malafai e Thiven foram conduzidos pelos corredores da montanha por quase uma hora, foram retiradas as vendas e por mais uma hora eles circularam nos coredores labirínticos da montanha, na verdade os anões estavam indo e vindo nos mesmos corredores para tornar impossível qualquer um dos não anões de conseguir memorizar seus caminhos. Enfim na terceira hora de caminhada cansativa dos anões eles chegarem em sua morada, na verdade era uma forja enorme no centro da montanha, a forja possui quatro salas, uma antesala repleta de itens maravilhosos, armas de todos os tipos, machados martelos, picaretas e espdas curtas, armaduras completas, peitorais, braçadeiras e magníficos elmos com vizeira removível a maioria feito pelos anões, outra sala servia como armazém e estava repleta de comida anã e com vários barris de cerveja e vinho fabricado pelos próprios anões a terceira e amir sala é a forja propriamente dita, várias bigornas e martelos de ferreiro estão por toda a forja a espera de uma mão firme para fazer seu trabalho, uma última sala serve como dormitório, vários sacos de dormir são espalhados nesta sala, algumas caixas guardam roupas para anões e sacos extra para dormir, é aqui todos descançam quando não estão trabalhando, na verdade Oscar, Torif e Henk nunca descançam e trabalham todo o tempo sem parar, Oscar recitando palavras mágicas para encantar o que parece ser uma forma de pedra em forma de espada, uma espada longa demais para as mãos de um anão, Henk clérigo de Rholmar divide seu tempo entre orações e marteladas na bigorda no que parece ser a empunhadura de uma espada, Torif conserta as armaduras e escudos danificados no combate contra os orcs e principalmente aqueles que receberam golpes do terrível troll, Uther se encarregou de arrancar parte do couro do monstro como souvenir, mas Oscar acabou ficando com ele sob o pretesto de usar como componente mágico. 



April sempre que podia estava junto dos anões aprendendo a arte da forja com os mestres das montanhas, Malafai passou muito tempo observando Henk e suas preçes, Thiven acabou perdendo a carranca e criou uma firme amizade com Hurin e Durin. 



Trinta e três dias se passaram com o mesmo ritmo e no final, no trigésimo quarto dia os anões descaçaram, e então na manha do trigésimo quinto dia Dora filha de Torif chegou houve uma suntuosa efsta com carne e cerveja, April brindou com Uther e riu de suas piadas, Malafai conseguiu ficar mais a vontade, mas nunca deixou de fazer suas orações, mas não jejoou nesse dia, Thiven já estava no máximo de tempo dentro da montanha que um elfo pode suportar e quase morreu de tédio e de saudades das florestas e do sol, a festa foi animada e repleta de presentes dados pelos anões, April recebeu uma espada curta que lhe deu a capacidade de atacar usando duas armas como se proeficiente fosse, Malafai recebeu uma maravilhosa espada flamejante e Thiven que nada esperava dos anões recebeu um arco lunar do próprio rei dos anões Torif Hammerheart.



Malafai ficou m uito agradecidoc pelo seu presente, Thiven espantou-se em descobrir que o arco que recebera era um arco élfico, mas Torif lhe explicou que o arco lhe fora dado por Eldath um antigo mestre armeiro élfico de tempos imemóriais, e que da-lo a um elfo não seria desfeita ao povo élfico.

April se despediu de cada um com um aperto no coração, já que de alguma forma ela está ligada ao povo nanico e seu coração é apaixonado pelo feito das mãos dos anões, já que desde pequena ela aprendeu a gostar da arte feita pelas próprias mãos e sempre passou muito tempo nas forjas brincando de ferreira com Leithan o ferreiro de Loregard., o coração da paladina ficou mais apertado quando foi a hora de despedir-se de Uther o anão bárbaro que aprendeu a admirar em combate e a querer bem na hora fora dele. Lágrimas rolaram dos olhos da paladina quando ela o abraçou o anão de cabelos e barbas ruivas claramente se sentiu meio que sem graça e totalmente sem resposta com a demostração de carinho da paladina.

-Ah, deixe disso menina chorona, você deveria saber que não se pode abraçar um anão dessa forma, você amassou toda minha barba, ahhh agora eu vou pegar um pouco de cerveja e carne para me recompor -  o anão deu as costas rapidamente e foi até a sala dos mantimentos April levantou-se sorrindo e caminhou até o rei Torif,  o anão na sala de mantimentos deixou rolar uma lágrima de seu rosto.

Torif o rei, estava imponente em sua armadura dourada.

-Aqui nós nos despedimos April de Loregard, Mlafai Poderoso clérigo alado de Endor, e Thiven Filha dos elfos antigos de Kalenthorn, mas espero que não seja uma despedida em que reencontro seja separado por vários anos, espero que nossos caminhos se cruzem novamente em tempos de paz e fartura, vão e cuidem de seus presentes como puderem.

Todos despediram-se do rei e seguiram viajem em direção a Algalord a capital do imperio, mas muita coisa estava para acontecer até que chegassem lá.









segunda-feira, 14 de março de 2011

A Morada Rochosa dos Anões

Os anões correram em direção ao meteoro, alguns deles deixaram cair os troncos que carregavam, todos  os anões ficaram ao redor da pedra observando boquiabertos. Thorif fala sob forte emoção.

-Acho que essa é a maior que já encontramos.

-Sim, acho que sim - concordou Oscar.

Os anões logo começaram a trabalhar, alguns preparando uma especie de carroça feita com os troncos que eles carregavam, outros tentando remover a pedra, Oscar conjurava magias cléricais para auxiliar na remoção da gigantesca pedra, Thorif e Uther moviam a pedra aos poucos, April, Malafai e Thiven, ajudaram no que puderam, April tentando auxiliar Thorif e Uther, Malafai e Thiven usavam cordas para arrastar a pedra em direção a carroça, todos labutaram com força e determinação todos eles trabalharam durante horas sem descanço. Depois de pouco mais de sete horas a pedra já estava devidamente colocada na carroça e todos estavam prontos para partir quando Uther falou.

-Sinto cheiro de orc, muitos orcs.

Do alto da colina cerca de 10 orcs avistaram os anões lá em baixo, um orc de armadura de couro negra ascenou com uma das mãos e puxando uma corneta de osso por de baixo do manto alertou seus companeiros asquerosos. Um som grave e desafinado saiu da corneta, poucos segundos depois a colina já estava repleta de orcs, mais de 50 malditos orcs desciam correndo a pequena colina empunhando machados e espadas enferrujadas, escudos chanfrados pendiam de seus antebraços o som dos pés de ferro dos orcs era quase ensurdecedor, como se sua vontade fosse de maltratam o próprio solo.

-Preparem-se - gritou Thorif

-Vamos brincar um pouco - respondeu Uther

Oscar pronunciava palavras esquisitas na lingua dos magos, Henk, Bor, Durin e Urin brandiram seus machados e martelose fincaram seus pés no chão para esperar a investida dos orcs.


Oscar terminou sua magia antes da chegada dos orcs, um bola de fogo partiu de seus dedos explodindo na primeira fila dos orcs, muitos deles cairam e outros ficaram atordoados com a explosão flamejante, alguns orcs da segunda fileira tropessaram nos orcs caídos pela bola de fogo, Uther e Thorif que estavam na primeira fila dos anões não perderam tempo e usaram suas armas para atacar os orcs caídos separando a cabeça de seus corpos.


Os orcs da segunda fila que não cairam chegaram como um raio nos anões, mas esses já os estavam esperando e com golpes mortíferos os dissiparam assim omo o vento dissipa uma nuvende fumaça, April e Thiven responderam da mesma forma dos anões, mas Malafai não se preparou a tempo de se proteger e recebeu um golpe forte de um dos orcs e quase foi ao chão, Uther rapidamente foi cercado por seis orcs, que o atacaram com ferocidade abissal, Thorif varria seus inimigos com maestria, Henk, Bor, Durin e Urin todos de costas um para o outro faziam de seus inimigos meros alvos inertes em poucos segundos, O Orc grande com a trompa puxou uma corrente e um imenço troll das montanhas apareceu segurando uma terrível clava de madeira. O orc e o troll desceram a colina em direção de Uther que aos poucos retomava a dianteira da luta matando de um só golpe três de seus adiversários, mas o troll chegou para tomar-lhes o lugar.



Uther foi vitima de um golpe certeiro do monstro e foi arremeçado por mais de três metros caindo com um baque seco e surdo no chão, todos pensaram que ele havia morrido, mas April viu uma possibilidade de vida.

-Não - gritou a paladina e desvencilhando-se de quatro orcs correu na direção do anão caído, o troll começava a andar na direção de Uther com o intuito de terminar o serviço, mas Malafai o enganou conjurando uma luz sagrada em seus olhos, por muito pouco o anão bárbaro não teve sua vida ceifado pelo terrivel monstro.

April graças a Malafai conseguiu chegar a tempo até o corpo de Uther que gemis sentindo muita dor.

-Estou aqui meu amigo, tudo ficará bem agora - Falou a paladina.

-"Ó Poderoso, Senhor da Justiça e da Honra curai este que foi injuriado por seus inimigos, cura-o para que possamos brandir nossas espadas contra o mal." - Com essas palavras April rogou ao seu pai celeste por ajuda, suas mãos brilharam como uma tocha e onde quer que ela as pôsse, se houvesse ferimentos esses curavam-se e Uther mais uma vez abriu os olhos.

-Garota, esse troll me deixou furioso - falou Uther levantando-se e segurando seu machado com as duas mãos.


Uther com um grito saltou de volta a refrega, Torif derrotou seus orcs e partiu em direção ao troll, Thiven de um salto escalou uma árvore e de lá disparou suas flechas, Malafai recebeu um golpe poderoso do orc com a trombeta e caiu ao chão desacordado.

Henk, Urin, Durin e Bor abriram caminho até o troll, mas a enorme criatura parecia não sentir os golpes do monstro. Oscar disparou um raio de fogo bem no peito do monstro que urou de dor, Thiven de sua árvore disparava flechas atordoantes no monstro que começava a ficar nervoso como se uma enxame de abelhas lhe importunascem, mas as flechas não paravam um só momento, April correu na direção de Malafai que estava caído e conseguiu parar o golpe final que o mataria, o orc com a trombeta olhou para April e sem saber de onde vinha a mulher humana que lhe privou de sua caça, seus olhos eram vermelhos como o sangue em suas mãos ele sacou a trombeta e a soprou mais uma vez, o som quase derrubou a paladina que resistiu em pé ao golpe sônico. O orc segurou sua corrente de forma ameaçadora, mas a paladina não se intimidou e rogando ao seu Deus Endor usou um poder de justiça para discipar a vontade de criaturas caóticas como o orc maldito, por um instante o orc vascilou e deu um passo para traz, o tempo suficiente para receber um golpe da espada da justiça empunhada pela paladina, a espada sagrada entrou na pele do orc como se possuísse vontade própria, o orc tentou inutilmente desferir ataques contra paladina, mas sua aura de bravura e ordem a protegia e com um segundo golpe April Menseph destruiu o poderoso chefe orc, os outros que viram sua queda fugiram de desespero, mas ainda havia o poderoso troll.


Os anões Henk e Torif atacam o troll pelo flanco esquerdo enquanto Durin e Hurin desferem ataques nos joelhos da perna esquerda, Uther e Bor atacam a frente e as costas do monstro em sincronia mortal, com a precisão das areias de uma ampulheta. Oscar conjurou elementais de pedra para aprisionar os orcs fugitivos, mas um deles conseguiu escapar. Os anões estavam castigando o troll que tentando fugir arremeçou sua clava em Oscar que caiu desacordado, com uma de suas terríveis garras o troll conseguiu segurar Henk e o arremeçou contra Durin e ambos caíram ao chão também desacordados, Thiven passou a mão em sua aljava e sacou uma de suas duas últimas flechas, fechou o olho esquerdo para aprimorar sua mira e com calma contou até três em élfico, ritual feito por ela para concentrar-se, quanto sua contagem chegou ao fim uma flecha passou zunindo pelas folhas das árvores, por entre galhos, por baixo de um ninho de pássaro, por dentro de uma fresta em um galho morto da árvore mais próxima do troll, passou a poucos centimetros da cabeça de Uther que sentiu o vento em seus cabelos, a flecha passou por uma pequena rachadura no peitoral do troll e acertou seu coração matando-o instantâneamente. April passou correndo em direção ao orc fugitivo Malafai a acompanhou, o orc deslocava-se mais rápido que a paladina, mas não conseguia a despistar, saltando troncos podres caídos, desviando de galhos a paladina e Malafai perseguiam o orc como um felino persegue sua presa, Thiven vê seus amigos entrando na floresta então salta de árvore em árvore até alcançar o chão e começa a perseguição, April e Malafai atraz do orc e Thiven aproximando-se pelo flanco esquerdo, pouco à pouco o orc perde terreno, mas de repente ele vira a direita em uma grande árvore e April o perde de vista, mas Malafai ainda o vê, pois seu deslocamento de voo lhe proporciona mais visibilidade, Thiven o perde por completo e apela por suas habilidades de ranger para rastrear a sua presa. April segue Malafai por entre as árvores, quando de supetão eles encontram uma pequena clareira, Malafai conjura uma magia que confunde o orc que cai zonzo no chão April grita.

-Prenda-o Malafai - gritou a paladina

O clérigo da justiça começa a sacar sua corda quando uma flecha, a última flecha de Thiven trespassa a garganta do orc.

April olha pasma para a ranger que não entende o que aconteceu, Malafai toca o ombro de April e ela entende que não adianta falar, a ranger nunca entenderia que deveria ter deixado o orc vivo.


Os companheiros retornam até os anões que já estavam todos de pé, alguns resmungando e outros reclamando (coisa de anão mesmo). Os anões revistam os orcs um a um, mas não descobrem nada.

-É melho continuarmos, ou seremos alvos fáceis, Henk, Hurin, Durin e Uther peguem a pedra os outros cuidado, fiquem de olhos bem abertos, não quero ser surpreendido novamente. - Todos  continuam a caminhada até uma cachoeira que esconde uma entrada na montanha, nesse momento Torif vai até April.

- Agora é a hora da venda minha menina, chegamos a casa dos anões e ninguém pode avançar se não for vendado.

Os anões vendaram todos os companheiros e com suas armas bateram na poderosa pedra da montanha e finalmente entraram com o precioso adamantiun em sua morada rochosa.




domingo, 13 de março de 2011

A Pedra de Adamante

Personagens da aventura

Humana: A princesa paladina April Menseph de Loregard

 

 

 

 

 

 

Humano: O clérigo de Endor Malafai de Loregard

 

 

 

 

 

 

 

 

Elfa: A ranger Thiven Ririon de Kalenthorn

 

 

 

 

Anões: Torif Hammerheart, Oscar Cajado Prateado, Henk Escudo de Carvalho, Uther Esfola Orc, Bor O Grande, Durin e Hurin do Clã dos Machados Flamejantes.

 Sinopse: April Menseph sai do castelo de seu pai Arundar Menseph de Loregard para uma missão simples, entregar um artefato ao principe de Thargus Percius Walrik. Ela parte na companhia de Malafai, clérigo devoto de Endor o Deus da Justiça e juntos eles encontram elfos, anões, orcs e conhecem lugares maravilhos mas também perigosos.

 A Pedra de Adamante


A paladina April Menseph cansada de treinamento de espada e hipismo forçou seu pai da forma que uma filha força um pai a fazer aquilo que ela deseja, a mandá-la em viagem até Thargus em busca de aventuras capazes de desafiar suas habilidades em combate, aventuras que lhe dêem a oportunidade de eliminar o mal e o caos em Tilverton. Depois de muita discussão o Rei, com o coração partido, mandou April a Thargus, mas ela não iria sozinha, com ela o sacerdote de Endor, Malafai, também foi mandado. A missão dos dois seria transportar em segurança uma pedra mágica capaz de curar qualquer ferimento.

April e Malafai partiram de Loregard na esperança de combater o mal. Dias se passaram antes de encontrarem alguém. Malafai sempre contando histórias sobre os feitos de Endor enquanto esse vivia em Tilverton, April sempre atenta ao perigo, então depois de alguns dias de viagem avistaram alguns batedores orcs, perambulando pela planície- essa seria a primeira batalha dos dois e suas vidas estavam em risco!

Os malditos orcs na verdade estavam cercando um pequeno grupo de viajantes e o grupo de orcs estava em grande vantagem numérica.
Haviam três humanos e o dobro de orcs.
Uma terrível batalha se seguiu onde os orcs furiosos desferiram golpes mortais de seus machados e cimitarras. April e Malafai  investiram contra eles, o clérigo convocou asas de fogo direto do plano de seu Deus para ajudá-lo no desafio. O grupo tinha dificuldade de derrubar os monstros que pareciam tirar força da fúria com que golpeavam mas finalmente, usando o poder de Endor, o clérigo Malafai convocou um raio de fogo de seus dedos e deu rasantes com sua espada longa flamejante.
A paladina por sua vez atropelava os orcs com seu cavalo Snow Flake e os viajantes disparavam flechas finas que apenas escoriavam os terríveis orcs mas aos poucos estes foram sendo minados, depois de alguns minutos de combate sangrento, cada orc ia caindo diante da espada de Malafai, da lança de April ou das flechas dos viajantes.
De repente, porém, dois monstros diversosentraram na refrega, dois bugbears, maiores que o maior dos orcs e juntaram-se ao combate. Um deles portava cabeças de humanos em sua mão esquerda.



O poderoso bugbear lançou uma das cabeças no melhor arqueiro e um terror sobrenatural tomou conta dele que, soltando seu arco, correu para a floresta em busca de um abrigo seguro mas o terrível bugbear seguiu o que parecia ser uma mulher. A paladina April, com seu cavalo Snow Flake, seguiu o monstro pela floresta, mas por algum tempo sentiu-se perdida, na trilha os viajantes juntamente com Malafai tentavam derrubar os orcs e o outro bugbear mas, infelizmente o bugbear era forte demais, e com um único golpe esmagou a cabeça de um infeliz viajante e com um golpe com a costa de seu martelo derrubou mais um.
Malafai, usando suas asas de anjo, sobrevoou a criatura e desferiu um golpe de sua espada desencorajando o inimigo ao combate, esse se desvenciliou de seus inimigos e correu em direção a floresta.

A paladina, perdida na mata, tentava ouvir os sons da mulher ou do poderoso monstro, mas seus ouvidos lhe traiam e ela nada escutava, mas de repente pensou ter ouvido uma gargalhada e seguiu em frente, na esperança de encontrar alguma coisa mas galhos retorcidos atrapalhavam a sua cavalgada, as pedras dificultavam o seu deslocamento e troncos derrubados impossibilitavam sua passagem, mas April não esmorecia, até que do outro lado, em uma pequena elevação de terra, protegida por um enorme tronco viu uma elfa sentada segurando as pernas assustada. Parecendo horrorizada a heroína reparou que diante dela havia um terrível bugbear segurando cabeças de homens e mulheres.



-Sua cabeça logo ir ser um de meus troféu, não adianta choramingar elfa bunitinha. grosnava o bugbear.

A elfa olhou para cima e arremessou o que parecia ser uma pequena adaga, mas foi suficiente apenas para atrasar sua morte, talvez o tempo certo para April arremessar sua lança. Esta passou zunindo por entre os galhos das árvores e troncos até atravessar o braço esquerdo da criatura -que grosnou de dor.

-Ahhh! Quem maldito fez isso a mim? -berrou o bugbear.

-Eu o fiz e farei muito mais, maldito, a justiça chegou a ti como chegará a todos, prepara-te para a morte!- respondeu April.

O bugbear pareceu atormentado ao ver a paladina que, gritando, partiu em investida mortal contra a criatura.

-We should not be defeated!- bradou April em sua lingua natal.
O terrível monstro sentiu medo de encarar a paladina e retirando a lança de seu braço fugiu em direção da escuridão da floresta.

April cavalgou até a mulher que então reconheceu ser uma elfa, então com espanto April colocou-a em sua montaria e pensando no amigo sacerdote, deu a volta rapidamente para ver como ele estava se saindo.

-Meu nome é Thiven, cavaleira branca.

-Teremos tempo para nos apresentar mais tarde, por hora saiba que me chamo April Menseph, Princesa de Loregard.
April cavalgou até Malafai que escontrava-se caído. Um último orc se esgueirava para dentro da floresta enquanto todos os viajantes pareciam haver perecido.

April desmontou rapidamente e com uma prece a Endor rogou pelos seus poderes de cura sarando todos os ferimentos do poderoso clérigo.

Os dois tentaram em vão curar os viajantes, mas todos já estavam mortos.

-Sinto muito, mas não pudemos salvar seus amigos!- falou o clérigo.

A elfa Thiven chorou seus parentes e os cremou como mandava os costumes de, seu povo.

Os aventureiros passaram a noite na floresta até o dia seguinte quando trocaram informações sobre suas missões e concordaram que todos sairiam ganhando em uma viajam conjunta.

Durante três dias ele seguiram para o norte daí perceberam que havia mais um grupo, ao longe, indo na mesma direção.

A elfa decidiu observar mais a frente, para saber quem era o grupo misterioso e descobriu que eram anões.

April possuia grande afeição pelo povo robusto pois nascera sob o signo do ferreiro então decidiu ir em sua direção sem qualquer cobertura, com o rosto a mostra
Chegando ao acampamento anão April deparou-se com três figuras emcapuzadas.

-Bons olhos os vejam, somos viajantes em direção à Ponte Protegida de Thargus, eu me chamo April Menseph de Loregard, e esses são meus amigos, Malafai e Thiven. Viemos de muito longe.

-Se vocês são quem dizem que são, o que estaria fazendo uma princesa humana juntamente com uma elfa tão longe de casa? -respondeu uma voz rouca pouco amistosa.

-Vou para Thargus em uma missão secreta em nome de meu pai e senti vontade de cumprimentá-los, pois os anões sempre foram amigos do reino.

As três figuram entreolharam-se e trocaram algumas palavras em seu idioma rude. Depois voltaram a falar com a paladina.

-Sim os anões sempre foram amigos do povo de Loregard, mas o que faz a elfa tão longe de casa? -insistiu a voz novamente.

-Não é da conta de nenhum anão fedorento o que faço em terras estrangeiras!- respondeu a impaciente ranger.

Como que saindo das sombras, outros anões, quatro no total, saltaram na direção dos aventureiros com as armas em punho, mas um deles em especial parecia mais ofendido que os demais.

-Deixe-me arrancar a cabeça suja e fedorenta dessa elfa maltrapilha e mostrarei boas maneiras a ela!-rosnou.

Uma clima de tensão tomou conta do lugar, parecia que a qualquer momento alguém saltaria no pescoso do outro para matar.

April, diplomática, avançou mais uma vez.

-Esperem! Não há motivo para brigas, nós viemos em paz, a elfa vem em uma missão para seu povo e não temos nada a ver com isso, apenas estamos viajando juntos!

-Você fala bem e usa palavras sábias April Menseph de Loregard.- falou novamente o anão com o rosto emcapuzado.

-Sou Torif Hammerheart, Rei sob a Montanha e também vou naquela direção, sentem-se e partilhem do nosso vinho. Meus amigos são: Oscar Cajado Prateado, Henk Escudo de Carvalho, Uther Esfola orc, Bor o Grande, Durin e Hurin do clã dos Machados Flamejantes.

April, Malafai e os anões divertiram-se ao som das graves vozes dos anões, da cerveja quente e forte que elevava os espiritos de combate dos anões, enquanto esses simulavam combates terríveis com seus machados e martelos, batendo fortemente contra os escudos. April sorriu depois de uns goles de cerveja e quase engasgou ao ver uma encenação na qual Uther tentava imitar um gigante. Ela se levantou, com seus 1,89 e falou alto:

-Bru Brum Brum eu sou um gigante e vou matar anõeszinhos.- April falava sério e entrou na encenação.

A noite passou tranquila e no outro dia eles partiraam  em direção ao local onde o misteioso meteoro havia caído.

Horas e horas se passaam até que os anões, de cara fechada, se reuniram e Ttorif foi ao encontro do grupo.

-Ei garota, vem cá, quero falar com você. -fala o anão, marrento

April desconfiada vai ao encontro do anão.

-Garota, sei vocês são gente de boa fé, mas o que tem a frente é algo sagrado para os anões, e haverá um momento que vocês não poderão seguir conosco.

-E se nós usássemos vendas. sugeriu April

-Sim garota!Sim, vendas!- sorriu o anão carrancudo.

-Você viu uma grande estrela de fogo cair do céu noite passada?- perguntou o anão.

-Vimos, mas era apenas uma estrela cadente? A paladina de Endor respondeu desconfiada.
-Para os olhos de uma humana, sim, mas é muito mais do que isso para um anão.
Torif passa o resto da noite explicando para a paladina tudo que aconteceria quando encontrassem a pedra e ela por sua vez escutou tudo com atenção e curiosidade.
O outro dia começa com Uther gritando.
-Vamos garotos, todas de pé, temos um caminho para percorrer.

Todos levantam rapidamente e põem o pé na estrada. O percurso não era muito cansativo, mas os anões caminharam em silêncio durante horas.
April, Malafai e Thiven tambem fizeram seu caminho em silêncio, até que pouco mais de seis horas de caminhada depois eles avistam a pedra, uma enorme massa negra com mais ou menos 3 metros de diametro jazia em uma cratera de igual proporção e os anões se entreolhavam, então Oscar deixa uma palavra escapar de sua boca.

-Adamantium.