A Pedra de Adamante
Personagens da aventura
Humana: A princesa paladina April Menseph de Loregard
Humano: O clérigo de Endor Malafai de Loregard
Elfa: A ranger Thiven Ririon de Kalenthorn
Anões: Torif Hammerheart, Oscar Cajado Prateado, Henk Escudo de Carvalho, Uther Esfola Orc, Bor O Grande, Durin e Hurin do Clã dos Machados Flamejantes.
Sinopse: April Menseph sai do castelo de seu pai Arundar Menseph de Loregard para uma missão simples, entregar um artefato ao principe de Thargus Percius Walrik. Ela parte na companhia de Malafai, clérigo devoto de Endor o Deus da Justiça e juntos eles encontram elfos, anões, orcs e conhecem lugares maravilhos mas também perigosos.
A Pedra de Adamante
A paladina April Menseph cansada de treinamento de espada e hipismo forçou seu pai da forma que uma filha força um pai a fazer aquilo que ela deseja, a mandá-la em viagem até Thargus em busca de aventuras capazes de desafiar suas habilidades em combate, aventuras que lhe dêem a oportunidade de eliminar o mal e o caos em Tilverton. Depois de muita discussão o Rei, com o coração partido, mandou April a Thargus, mas ela não iria sozinha, com ela o sacerdote de Endor, Malafai, também foi mandado. A missão dos dois seria transportar em segurança uma pedra mágica capaz de curar qualquer ferimento.
April e Malafai partiram de Loregard na esperança de combater o mal. Dias se passaram antes de encontrarem alguém. Malafai sempre contando histórias sobre os feitos de Endor enquanto esse vivia em Tilverton, April sempre atenta ao perigo, então depois de alguns dias de viagem avistaram alguns batedores orcs, perambulando pela planície- essa seria a primeira batalha dos dois e suas vidas estavam em risco!
Os malditos orcs na verdade estavam cercando um pequeno grupo de viajantes e o grupo de orcs estava em grande vantagem numérica.
Haviam três humanos e o dobro de orcs.
Uma terrível batalha se seguiu onde os orcs furiosos desferiram golpes mortais de seus machados e cimitarras. April e Malafai investiram contra eles, o clérigo convocou asas de fogo direto do plano de seu Deus para ajudá-lo no desafio. O grupo tinha dificuldade de derrubar os monstros que pareciam tirar força da fúria com que golpeavam mas finalmente, usando o poder de Endor, o clérigo Malafai convocou um raio de fogo de seus dedos e deu rasantes com sua espada longa flamejante.
A paladina por sua vez atropelava os orcs com seu cavalo Snow Flake e os viajantes disparavam flechas finas que apenas escoriavam os terríveis orcs mas aos poucos estes foram sendo minados, depois de alguns minutos de combate sangrento, cada orc ia caindo diante da espada de Malafai, da lança de April ou das flechas dos viajantes.
De repente, porém, dois monstros diversosentraram na refrega, dois bugbears, maiores que o maior dos orcs e juntaram-se ao combate. Um deles portava cabeças de humanos em sua mão esquerda.
O poderoso bugbear lançou uma das cabeças no melhor arqueiro e um terror sobrenatural tomou conta dele que, soltando seu arco, correu para a floresta em busca de um abrigo seguro mas o terrível bugbear seguiu o que parecia ser uma mulher. A paladina April, com seu cavalo Snow Flake, seguiu o monstro pela floresta, mas por algum tempo sentiu-se perdida, na trilha os viajantes juntamente com Malafai tentavam derrubar os orcs e o outro bugbear mas, infelizmente o bugbear era forte demais, e com um único golpe esmagou a cabeça de um infeliz viajante e com um golpe com a costa de seu martelo derrubou mais um.
Malafai, usando suas asas de anjo, sobrevoou a criatura e desferiu um golpe de sua espada desencorajando o inimigo ao combate, esse se desvenciliou de seus inimigos e correu em direção a floresta.
A paladina, perdida na mata, tentava ouvir os sons da mulher ou do poderoso monstro, mas seus ouvidos lhe traiam e ela nada escutava, mas de repente pensou ter ouvido uma gargalhada e seguiu em frente, na esperança de encontrar alguma coisa mas galhos retorcidos atrapalhavam a sua cavalgada, as pedras dificultavam o seu deslocamento e troncos derrubados impossibilitavam sua passagem, mas April não esmorecia, até que do outro lado, em uma pequena elevação de terra, protegida por um enorme tronco viu uma elfa sentada segurando as pernas assustada. Parecendo horrorizada a heroína reparou que diante dela havia um terrível bugbear segurando cabeças de homens e mulheres.
-Sua cabeça logo ir ser um de meus troféu, não adianta choramingar elfa bunitinha. grosnava o bugbear.
A elfa olhou para cima e arremessou o que parecia ser uma pequena adaga, mas foi suficiente apenas para atrasar sua morte, talvez o tempo certo para April arremessar sua lança. Esta passou zunindo por entre os galhos das árvores e troncos até atravessar o braço esquerdo da criatura -que grosnou de dor.
-Ahhh! Quem maldito fez isso a mim? -berrou o bugbear.
-Eu o fiz e farei muito mais, maldito, a justiça chegou a ti como chegará a todos, prepara-te para a morte!- respondeu April.
O bugbear pareceu atormentado ao ver a paladina que, gritando, partiu em investida mortal contra a criatura.
-We should not be defeated!- bradou April em sua lingua natal.
April e Malafai partiram de Loregard na esperança de combater o mal. Dias se passaram antes de encontrarem alguém. Malafai sempre contando histórias sobre os feitos de Endor enquanto esse vivia em Tilverton, April sempre atenta ao perigo, então depois de alguns dias de viagem avistaram alguns batedores orcs, perambulando pela planície- essa seria a primeira batalha dos dois e suas vidas estavam em risco!
Os malditos orcs na verdade estavam cercando um pequeno grupo de viajantes e o grupo de orcs estava em grande vantagem numérica.
Haviam três humanos e o dobro de orcs.
Uma terrível batalha se seguiu onde os orcs furiosos desferiram golpes mortais de seus machados e cimitarras. April e Malafai investiram contra eles, o clérigo convocou asas de fogo direto do plano de seu Deus para ajudá-lo no desafio. O grupo tinha dificuldade de derrubar os monstros que pareciam tirar força da fúria com que golpeavam mas finalmente, usando o poder de Endor, o clérigo Malafai convocou um raio de fogo de seus dedos e deu rasantes com sua espada longa flamejante.
A paladina por sua vez atropelava os orcs com seu cavalo Snow Flake e os viajantes disparavam flechas finas que apenas escoriavam os terríveis orcs mas aos poucos estes foram sendo minados, depois de alguns minutos de combate sangrento, cada orc ia caindo diante da espada de Malafai, da lança de April ou das flechas dos viajantes.
De repente, porém, dois monstros diversosentraram na refrega, dois bugbears, maiores que o maior dos orcs e juntaram-se ao combate. Um deles portava cabeças de humanos em sua mão esquerda.
O poderoso bugbear lançou uma das cabeças no melhor arqueiro e um terror sobrenatural tomou conta dele que, soltando seu arco, correu para a floresta em busca de um abrigo seguro mas o terrível bugbear seguiu o que parecia ser uma mulher. A paladina April, com seu cavalo Snow Flake, seguiu o monstro pela floresta, mas por algum tempo sentiu-se perdida, na trilha os viajantes juntamente com Malafai tentavam derrubar os orcs e o outro bugbear mas, infelizmente o bugbear era forte demais, e com um único golpe esmagou a cabeça de um infeliz viajante e com um golpe com a costa de seu martelo derrubou mais um.
Malafai, usando suas asas de anjo, sobrevoou a criatura e desferiu um golpe de sua espada desencorajando o inimigo ao combate, esse se desvenciliou de seus inimigos e correu em direção a floresta.
A paladina, perdida na mata, tentava ouvir os sons da mulher ou do poderoso monstro, mas seus ouvidos lhe traiam e ela nada escutava, mas de repente pensou ter ouvido uma gargalhada e seguiu em frente, na esperança de encontrar alguma coisa mas galhos retorcidos atrapalhavam a sua cavalgada, as pedras dificultavam o seu deslocamento e troncos derrubados impossibilitavam sua passagem, mas April não esmorecia, até que do outro lado, em uma pequena elevação de terra, protegida por um enorme tronco viu uma elfa sentada segurando as pernas assustada. Parecendo horrorizada a heroína reparou que diante dela havia um terrível bugbear segurando cabeças de homens e mulheres.
-Sua cabeça logo ir ser um de meus troféu, não adianta choramingar elfa bunitinha. grosnava o bugbear.
A elfa olhou para cima e arremessou o que parecia ser uma pequena adaga, mas foi suficiente apenas para atrasar sua morte, talvez o tempo certo para April arremessar sua lança. Esta passou zunindo por entre os galhos das árvores e troncos até atravessar o braço esquerdo da criatura -que grosnou de dor.
-Ahhh! Quem maldito fez isso a mim? -berrou o bugbear.
-Eu o fiz e farei muito mais, maldito, a justiça chegou a ti como chegará a todos, prepara-te para a morte!- respondeu April.
O bugbear pareceu atormentado ao ver a paladina que, gritando, partiu em investida mortal contra a criatura.
-We should not be defeated!- bradou April em sua lingua natal.
O terrível monstro sentiu medo de encarar a paladina e retirando a lança de seu braço fugiu em direção da escuridão da floresta.
April cavalgou até a mulher que então reconheceu ser uma elfa, então com espanto April colocou-a em sua montaria e pensando no amigo sacerdote, deu a volta rapidamente para ver como ele estava se saindo.
-Meu nome é Thiven, cavaleira branca.
-Teremos tempo para nos apresentar mais tarde, por hora saiba que me chamo April Menseph, Princesa de Loregard.
April cavalgou até a mulher que então reconheceu ser uma elfa, então com espanto April colocou-a em sua montaria e pensando no amigo sacerdote, deu a volta rapidamente para ver como ele estava se saindo.
-Meu nome é Thiven, cavaleira branca.
-Teremos tempo para nos apresentar mais tarde, por hora saiba que me chamo April Menseph, Princesa de Loregard.
April cavalgou até Malafai que escontrava-se caído. Um último orc se esgueirava para dentro da floresta enquanto todos os viajantes pareciam haver perecido.
April desmontou rapidamente e com uma prece a Endor rogou pelos seus poderes de cura sarando todos os ferimentos do poderoso clérigo.
Os dois tentaram em vão curar os viajantes, mas todos já estavam mortos.
-Sinto muito, mas não pudemos salvar seus amigos!- falou o clérigo.
A elfa Thiven chorou seus parentes e os cremou como mandava os costumes de, seu povo.
Os aventureiros passaram a noite na floresta até o dia seguinte quando trocaram informações sobre suas missões e concordaram que todos sairiam ganhando em uma viajam conjunta.
Durante três dias ele seguiram para o norte daí perceberam que havia mais um grupo, ao longe, indo na mesma direção.
A elfa decidiu observar mais a frente, para saber quem era o grupo misterioso e descobriu que eram anões.
April possuia grande afeição pelo povo robusto pois nascera sob o signo do ferreiro então decidiu ir em sua direção sem qualquer cobertura, com o rosto a mostra
April desmontou rapidamente e com uma prece a Endor rogou pelos seus poderes de cura sarando todos os ferimentos do poderoso clérigo.
Os dois tentaram em vão curar os viajantes, mas todos já estavam mortos.
-Sinto muito, mas não pudemos salvar seus amigos!- falou o clérigo.
A elfa Thiven chorou seus parentes e os cremou como mandava os costumes de, seu povo.
Os aventureiros passaram a noite na floresta até o dia seguinte quando trocaram informações sobre suas missões e concordaram que todos sairiam ganhando em uma viajam conjunta.
Durante três dias ele seguiram para o norte daí perceberam que havia mais um grupo, ao longe, indo na mesma direção.
A elfa decidiu observar mais a frente, para saber quem era o grupo misterioso e descobriu que eram anões.
April possuia grande afeição pelo povo robusto pois nascera sob o signo do ferreiro então decidiu ir em sua direção sem qualquer cobertura, com o rosto a mostra
Chegando ao acampamento anão April deparou-se com três figuras emcapuzadas.
-Bons olhos os vejam, somos viajantes em direção à Ponte Protegida de Thargus, eu me chamo April Menseph de Loregard, e esses são meus amigos, Malafai e Thiven. Viemos de muito longe.
-Se vocês são quem dizem que são, o que estaria fazendo uma princesa humana juntamente com uma elfa tão longe de casa? -respondeu uma voz rouca pouco amistosa.
-Vou para Thargus em uma missão secreta em nome de meu pai e senti vontade de cumprimentá-los, pois os anões sempre foram amigos do reino.
As três figuram entreolharam-se e trocaram algumas palavras em seu idioma rude. Depois voltaram a falar com a paladina.
-Sim os anões sempre foram amigos do povo de Loregard, mas o que faz a elfa tão longe de casa? -insistiu a voz novamente.
-Não é da conta de nenhum anão fedorento o que faço em terras estrangeiras!- respondeu a impaciente ranger.
Como que saindo das sombras, outros anões, quatro no total, saltaram na direção dos aventureiros com as armas em punho, mas um deles em especial parecia mais ofendido que os demais.
-Deixe-me arrancar a cabeça suja e fedorenta dessa elfa maltrapilha e mostrarei boas maneiras a ela!-rosnou.
Uma clima de tensão tomou conta do lugar, parecia que a qualquer momento alguém saltaria no pescoso do outro para matar.
April, diplomática, avançou mais uma vez.
-Esperem! Não há motivo para brigas, nós viemos em paz, a elfa vem em uma missão para seu povo e não temos nada a ver com isso, apenas estamos viajando juntos!
-Você fala bem e usa palavras sábias April Menseph de Loregard.- falou novamente o anão com o rosto emcapuzado.
-Sou Torif Hammerheart, Rei sob a Montanha e também vou naquela direção, sentem-se e partilhem do nosso vinho. Meus amigos são: Oscar Cajado Prateado, Henk Escudo de Carvalho, Uther Esfola orc, Bor o Grande, Durin e Hurin do clã dos Machados Flamejantes.
-Bons olhos os vejam, somos viajantes em direção à Ponte Protegida de Thargus, eu me chamo April Menseph de Loregard, e esses são meus amigos, Malafai e Thiven. Viemos de muito longe.
-Se vocês são quem dizem que são, o que estaria fazendo uma princesa humana juntamente com uma elfa tão longe de casa? -respondeu uma voz rouca pouco amistosa.
-Vou para Thargus em uma missão secreta em nome de meu pai e senti vontade de cumprimentá-los, pois os anões sempre foram amigos do reino.
As três figuram entreolharam-se e trocaram algumas palavras em seu idioma rude. Depois voltaram a falar com a paladina.
-Sim os anões sempre foram amigos do povo de Loregard, mas o que faz a elfa tão longe de casa? -insistiu a voz novamente.
-Não é da conta de nenhum anão fedorento o que faço em terras estrangeiras!- respondeu a impaciente ranger.
Como que saindo das sombras, outros anões, quatro no total, saltaram na direção dos aventureiros com as armas em punho, mas um deles em especial parecia mais ofendido que os demais.
-Deixe-me arrancar a cabeça suja e fedorenta dessa elfa maltrapilha e mostrarei boas maneiras a ela!-rosnou.
Uma clima de tensão tomou conta do lugar, parecia que a qualquer momento alguém saltaria no pescoso do outro para matar.
April, diplomática, avançou mais uma vez.
-Esperem! Não há motivo para brigas, nós viemos em paz, a elfa vem em uma missão para seu povo e não temos nada a ver com isso, apenas estamos viajando juntos!
-Você fala bem e usa palavras sábias April Menseph de Loregard.- falou novamente o anão com o rosto emcapuzado.
-Sou Torif Hammerheart, Rei sob a Montanha e também vou naquela direção, sentem-se e partilhem do nosso vinho. Meus amigos são: Oscar Cajado Prateado, Henk Escudo de Carvalho, Uther Esfola orc, Bor o Grande, Durin e Hurin do clã dos Machados Flamejantes.
April, Malafai e os anões divertiram-se ao som das graves vozes dos anões, da cerveja quente e forte que elevava os espiritos de combate dos anões, enquanto esses simulavam combates terríveis com seus machados e martelos, batendo fortemente contra os escudos. April sorriu depois de uns goles de cerveja e quase engasgou ao ver uma encenação na qual Uther tentava imitar um gigante. Ela se levantou, com seus 1,89 e falou alto:
-Bru Brum Brum eu sou um gigante e vou matar anõeszinhos.- April falava sério e entrou na encenação.
A noite passou tranquila e no outro dia eles partiraam em direção ao local onde o misteioso meteoro havia caído.
Horas e horas se passaam até que os anões, de cara fechada, se reuniram e Ttorif foi ao encontro do grupo.
-Ei garota, vem cá, quero falar com você. -fala o anão, marrento
April desconfiada vai ao encontro do anão.
-Garota, sei vocês são gente de boa fé, mas o que tem a frente é algo sagrado para os anões, e haverá um momento que vocês não poderão seguir conosco.
-E se nós usássemos vendas. sugeriu April
-Sim garota!Sim, vendas!- sorriu o anão carrancudo.
-Você viu uma grande estrela de fogo cair do céu noite passada?- perguntou o anão.
-Vimos, mas era apenas uma estrela cadente? A paladina de Endor respondeu desconfiada.
-Para os olhos de uma humana, sim, mas é muito mais do que isso para um anão.
Torif passa o resto da noite explicando para a paladina tudo que aconteceria quando encontrassem a pedra e ela por sua vez escutou tudo com atenção e curiosidade.
O outro dia começa com Uther gritando.
-Vamos garotos, todas de pé, temos um caminho para percorrer.
Todos levantam rapidamente e põem o pé na estrada. O percurso não era muito cansativo, mas os anões caminharam em silêncio durante horas.
April, Malafai e Thiven tambem fizeram seu caminho em silêncio, até que pouco mais de seis horas de caminhada depois eles avistam a pedra, uma enorme massa negra com mais ou menos 3 metros de diametro jazia em uma cratera de igual proporção e os anões se entreolhavam, então Oscar deixa uma palavra escapar de sua boca.
April, Malafai e Thiven tambem fizeram seu caminho em silêncio, até que pouco mais de seis horas de caminhada depois eles avistam a pedra, uma enorme massa negra com mais ou menos 3 metros de diametro jazia em uma cratera de igual proporção e os anões se entreolhavam, então Oscar deixa uma palavra escapar de sua boca.
-Adamantium.





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