DIA 3 ? do Mês ?
Acordei de um sonho terrível, o céu queimava, as cinzas cobriam parte de meu horizonte, o mar seguia a sua fúria e adentrava a terra com força e causava grande destruição, raios davam luz às formas agonizantes de destruição, muitos mortos, todos mortos eu parecia estar vendo de longe, como se numa visão arcana de adivinhação, mas eu estava lá, mas não parecia interagir, de repente outro raio CRASHHHHHHH o céu explodia em chamas mais uma vez, mas dessa vez o fogo caia aos poucos como uma chuva de labaredas, pedras incandescente começaram a trepidar no chão caídas dos céus em chamas e outra explosão ainda maior e uma terrível CRUMMMM chuva de fogo desaba sobre todos, mas de repente o sonho acabou e eu estava em um tipo de floresta, mas havia algo de diferente, eu podia sentir o vento fresco da mata, sentir o cheiro da grama, mas havia uma treva terrível cobrindo meus olhos, então ouvi a voz de Safira.
-Lux Arcanum - invoquei uma magia de luz para destruir a escuridão, mas nada conseguia afugentar as trevas daquele lugar e de repente Safira falou novamente.
Mais uma vez a minha magia me abandonara, mais uma vez a luz de Safira havia funcionado e a minha não.
Percebi que estava cego, por um instante quase cai, mas me segurei e tentei usar minha mágica para me guiar.
Finalmente cheguei até a clériga, ela estava agachada com medo e se tremendo, foi no momento em que ouvimos meu irmão falando alguma coisa com o ranger Flye.
Safira me levou até meu irmão que estava fazendo uma fogueira com Flye, chegamos até eles e que estavam inalterados, ele apenas me ofereceu um pedaço de carne seca com cerveja, Safira por sua vez lhe advertiu de minha cegueira, meu irmão ficou perturbado com isso, mas falei que isso não era nada e que minha magia era a única coisa que importava, ele decidiu descobrir onde estávamos e punir os culpados.
Então Flye e Straus saíram pela floresta e deixaram Safira e eu na espera, depois de alguns minutos de silêncio Safira veio até mim.
-Não se preocupe Safira, em breve teremos as respostas as nossas perguntas, mas algo me diz que meu irmão e Fye estão nos dando ainda mais problemas acho melhor irmos na direção onde eles foram, você poderia me guiar? Perguntei
Andamos por menos de 10 minutos quando Safira avistou uma luz no céu, uma luz azul.
-Nesved uma luz no céu, me parece uma luz de advertência, acho que você tinha razão eles estão nos causando mais problemas - ela falou com a voz preocupada.
Caminhamos por mais de 30 minutos e encontramos uma vila grande, Safira descrevia o lugar por onde passávamos, mas ela não conseguia ser objetiva e pouco eu entendi, coisas sobre uma cidade diferente, casas estranhas, pessoas com roupas estranhas como se tivessem outros costumes, não haviam armaduras ou espadas as pessoas andavam sempre com pressa, não paravam quando Safira os chamava, então falei.
Safira caminhou segurando minha mão por uns instantes até parou e falou em meu ouvido.
-Ravnus Perpétuo Misticus Encantatun. - pronunciei na lingua da magia e a dama caiu em uma rede de afeição por mim tão profunda que nenhum de meus pedidos poderia ser negado.
Acordei de um sonho terrível, o céu queimava, as cinzas cobriam parte de meu horizonte, o mar seguia a sua fúria e adentrava a terra com força e causava grande destruição, raios davam luz às formas agonizantes de destruição, muitos mortos, todos mortos eu parecia estar vendo de longe, como se numa visão arcana de adivinhação, mas eu estava lá, mas não parecia interagir, de repente outro raio CRASHHHHHHH o céu explodia em chamas mais uma vez, mas dessa vez o fogo caia aos poucos como uma chuva de labaredas, pedras incandescente começaram a trepidar no chão caídas dos céus em chamas e outra explosão ainda maior e uma terrível CRUMMMM chuva de fogo desaba sobre todos, mas de repente o sonho acabou e eu estava em um tipo de floresta, mas havia algo de diferente, eu podia sentir o vento fresco da mata, sentir o cheiro da grama, mas havia uma treva terrível cobrindo meus olhos, então ouvi a voz de Safira.
-Olá alguém ai? - ela perguntava na escuridão.
-Lux Arcanum - invoquei uma magia de luz para destruir a escuridão, mas nada conseguia afugentar as trevas daquele lugar e de repente Safira falou novamente.
-Nesved é você, venha para cá, estou aqui... não sei se posso me mexer me sinto sozinha e estou com medo
-levantei-me e tateei o chão com meu cajado em direção a voz doce da clériga.
-levantei-me e tateei o chão com meu cajado em direção a voz doce da clériga.
-Mas por que você está agindo assim vem logo para cá, você parece cego.
Mais uma vez a minha magia me abandonara, mais uma vez a luz de Safira havia funcionado e a minha não.
-Minha luz não funciona Safira, mas não consigo ver sua luz - falei para clériga e ela me respondeu
-Mas é dia Nesved e meu Deus Tal Maj brilha alto no céu, mas não aqui comigo.
Percebi que estava cego, por um instante quase cai, mas me segurei e tentei usar minha mágica para me guiar.
-Misticus Detectuare - e toda as mágicas eu podia ver, meu cajado na minha mão iluminava um caminho já iluminado pelo Deus Sol.
Finalmente cheguei até a clériga, ela estava agachada com medo e se tremendo, foi no momento em que ouvimos meu irmão falando alguma coisa com o ranger Flye.
-Vamos até eles Safira, segure minha mão guie meus passos e eu te protegerei dos males - Falei de forma encorajadora.
-Sim Nesved, mas meu deus me abandonou, não o sinto meus poderes, o que houve - ela falou baixinho só para meus ouvidos poderem ouvir.
-É o que vamos tentar descobrir Safira, tentaremos descobrir.
Safira me levou até meu irmão que estava fazendo uma fogueira com Flye, chegamos até eles e que estavam inalterados, ele apenas me ofereceu um pedaço de carne seca com cerveja, Safira por sua vez lhe advertiu de minha cegueira, meu irmão ficou perturbado com isso, mas falei que isso não era nada e que minha magia era a única coisa que importava, ele decidiu descobrir onde estávamos e punir os culpados.
-Vamos Flye, vamos ver o que encontramos por ai, talvez alguma resposta.
Então Flye e Straus saíram pela floresta e deixaram Safira e eu na espera, depois de alguns minutos de silêncio Safira veio até mim.
-Nesved acho que meu deus me deixou, não consigo senti-lo como antes, ainda o amo, mas não sinto seu calor em mim, é como, como se ele tivesse morrido, não sei, mas acho que ele me abandonou.
-Sim Nesved posso levar-te até eles - respondeu Safira com voz trêmula.
Andamos por menos de 10 minutos quando Safira avistou uma luz no céu, uma luz azul.
-Nesved uma luz no céu, me parece uma luz de advertência, acho que você tinha razão eles estão nos causando mais problemas - ela falou com a voz preocupada.
-Vamos andar mais rápido Safira, talvez possamos ajudá-los.
Caminhamos por mais de 30 minutos e encontramos uma vila grande, Safira descrevia o lugar por onde passávamos, mas ela não conseguia ser objetiva e pouco eu entendi, coisas sobre uma cidade diferente, casas estranhas, pessoas com roupas estranhas como se tivessem outros costumes, não haviam armaduras ou espadas as pessoas andavam sempre com pressa, não paravam quando Safira os chamava, então falei.
-Safira apenas leve-me até uma dama e deixe-me de frente para ela.
Safira caminhou segurando minha mão por uns instantes até parou e falou em meu ouvido.
-Pronto Nesved agora você está de frente para uma moça.
-Ravnus Perpétuo Misticus Encantatun. - pronunciei na lingua da magia e a dama caiu em uma rede de afeição por mim tão profunda que nenhum de meus pedidos poderia ser negado.
