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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Em meu sonho descobri o poder de manipular os sentimentos daqueles que os possuíssem, acordei e meditei sobre meu sonho, sobre a magia que viera a minha mente então concetrei-me em minhas novas habilidades, um fogo jazia dentro de mim e eu conseguia senti-lo crepitando, levantei-me e munido de um pouco de queijo e pão fui até Drogbar que estava sentado enquanto os outros dormiam.

-Salve metre anão, essas criaturas o preocupam? Perguntei olhando para ele e lhe oferecendo pão e queijo.

-Não - respondeu o anão carrancudo e de barbas grandes e bem tratadas.

-Meus poderes contra eles são escassos, pois eles parecem não possuir mentes nem vontade a ser dominada.

- Falei enquanto levava um pedaço de pão à boca.

-Sim, eles parecem estúpidos, mas são fortes em combate e possuem grande velocidade quando querem, mas com meu martelo ei de destruí-los em nome de Rholmar "O Criador" - respondeu o crente Drogbar.

Ficamos ali sentados por alguns minutos falando banalidades sobre o mundo lá fora então Straus sentou ao nosso lado com um odre de vinho deu  uma golada e falou em voz baixa e rouca:

-Meu irmão.... Drogbar? - falou e nos ofereceu o odre.

-Obrigado irmão - dei um gole e ofereci a Drogbar que não bebeu.

Drogbar levantou e falou:

-Acordarei Safira para continuarmos a nossa tarefa.

Olhei para Straus e nada disse, mas nos levantamos e preparamos nossas coisas para continuarmos.
Depois de caminharmos durante muitos minutos nos corredores rochosos da montanha, Straus encontrou pegadas de orcs, muitas pegadas... Alguns corredores depois Staus com seus ouvidos elficos percebeu a presença dos orcs, então Safira pediu a Straus para seguir a frente e descobrir algo sobre os orcs, sabendo que os orcs são criaturas malignas, me adiantei e falei:

-Deixem que eu vá à frente, pois posso ser ainda mais furtivo que meu irmão contra essas criaturas.

-Você sempre contra mim não é Nesved, tudo que eu falo você discorda - respondeu Safira com raiva.

Era a hora de minhas novas magias serem testadas, olhei bem nos olhos dela e usando meu poder de conjurar sem palavras, usei uma magia de conquista tão profunda, um amor tão terrível que mesmo uma clériga não poderia suportar.

-Sim amor você tem razão vá, mas volte logo... - Safira respondeu, provando que minha magia havia funcionado.

Fui a frente e percebi seis orcs, me aproximei e com altivez e sem medo falei.

-O sol de Tal Maj brilha lá fora, e eu lhes desejo um bom dia. - os orcs não mostraram reação aparente para meu espanto.

Aos poucos eles foram se mexendo e empunhando seus machados se viraram e eu vi que essa era a hora de usar meu poder me conquista novamente e então conjurei mais uma vez o feitiço, mas percebi então meu erro, os orcs já estavam dominados mentalmente... Mas por quem? isso eu teria de descobrir.
os orcs partiram em disparada contra mim com seus machados em punho, Safira, Straus e Drogbar apareceram para me auxiliar em combate, usei um de meus feitiços para deixar-me obscuro por olhos malignos e assim os orcs não puderam me ver, mas depois de poucos ataques de meus amigos todos os orcs estavam mortos, Straus revistou-os, mas nada encontrou, prosseguimos por mais alguns corredores sempre em frente e encontramos mais orcs, mas dessa vez armados com machados grandes... Eles guardavam uma porta, dessa vez não tentei nada apenas preparamos um ataque e com um feitiço de força desarmei um deles e o atingi com um raio rápido bem no peito, Straus e os outros tiveram um pouco mais de problemas para derrotar os orcs, pois esses orcs estavam mais bem armados e armadurados, quando finalmente os derrotamos e abrimos a porta um conjurador se fez ver, ele estava do outro lado da sala,  bem no canto a sua esquerda havia uma grande orbi de cores múltiplas, as mãos do mago estavam centradas na orbi, me aproximei da grande esfera de mais de um metro de diâmetro e tentei detectar suas propriedades mágicas, mas uma voz indescritível dominou minha mente e fiquei estarrecido com a beleza mágica da orbi, straus e Safira tentaram investir contra o mago, o anão Drogbar avançou por sua vez contra a orbi, pois percebera que minha mente estava tomada pelo item... Com apenas um golpe o anão destruiu a orbi e seus estilhaços explodiram para todos os lados inclusive em nossa direção, uma luz tomou conta de nossos olhos e fomos mandados para um sono profundo pelo qual vaguei durante anos ou assim achei de imediato.

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