Nesse momento Kelthallas olha para sua platéia e pede mais um copo de vinho, logo um dos soldados lhe estende a mão com uma taça de vinho, outro soldado morde um pedaço de carne e joga um outro pedaço para o bardo que passa mais uma página do Livro do Bruxo, mas a próxima página não se trata de parte do diário de viajem do poderoso feiticeiro, mas sim a descrição de uma magia, uma descrição completa de uma magia de ilusão, uma magia que na verdade aprimora as capacidades de ilusionista de um conjurador o nome da magia é algo como "A Ilusão de Nesved", Kelthallas dá uma olhada rápida e percebe que com um pouco de prática poderia conjurar tal magia, mas havia partes do encanto que deveriam ser decifradas, pois o bruxo escrevera em forma de enigma. Depois de folhear um pouco o diário Kelthallas, percebe várias anotações arcanas e comentários sobre como aprimorar ainda mais as magias, como conjurá-las com mais poder e com maior eficácia, algumas anotações traziam trechos do livro da igreja negra de Nayka narrado neste mesmo diário, algumas obsevações sobre criação de itens e e criação de magias, mas mais abaixo, descritos com caracteres rúnicos estava uma observação mais intrigante "Para construção da palavra de poder será preciso uma essência muito poderosa, talvez divina"... "palavras de poder o que é isso?, talvez uma magia nova criada pelo poderoso bruxo quem sabe? pensou kelthallas.
A lua do tempo ja havia chegado em seu ponto máximo e com isso o cançasso ja pesava nos ombros dos soldados e da familia do nobre e seus escudeiros, o bardo decidiu então continuar a história na próxima noite, mas continuou lendo por mais algum tempo os manuscritos do bruxo até que o sono tomasse conta de seu cérebro.
No outro dia pela manhã o bardo levantou bem cedo e buscou com medo o diário, o encontrou caído perto de seu copo de vinho, guardou-o em um de seus alforjes e sacando de sua bolsa um pedaço de queijo foi juntar-se aos outros. O bardo percebeu que havia uma movimentação maior perto da carruagem do nobre e com passos lentos foi até os outros.
-Tharden algum problema? perguntou ao ver os outros tentando fazer algo em uma das rodas.
-Uma das rodas emperrou, e me parece que vamos ter que retirá-la, uma mãozinha aqui? Pediu Tharden.
-Sim claro! Respondeu kelthallas juntando-se aos outros, mas depois de alguns poucos minutos os homens conseguiram suspender a carrugem e colocar uma pequena coluna de madeira para suspenê-la até que elapudesse ser consertada. Zeth o chefe e responsavel pela viagem, foi até a porta da carruagem e abrindo a porta fez uma generoza venia e falou.
-Teremos que esperar um pouco Maje...O homem parou bruscamente e consertou dizendo. Senhora, teremos que para um pouco.
Uma voz delicada como o som do mais brilhante clarin, a voz que mais parecia o canto das fadas nas florestas élficas, mal pôde ser ouvida pelo gigante de barbas ruivas, chegou aos ouvidos de Kelthallas.
-Tente consertar isso rápido senhor, pois temos que partir, o que carrego é demasiado importante.
Kelthallas movido por sua curiosidade, pois gostaria de ver a dona de tão bela voz, foi em direção a porta.
-Algum problema Zeth, quer uma ajuda?
Kelthallas olhou para dentro da carruagem e por um só instante seus olhos verdes cruzaram com os olhos azuis de uma linda mulher, a mais bela mulher vista pelos olhos do bardo, kelthallas imaginara se não se tratava de uma ninfa ou uma rainha elfa de terras distantes, seu coração quase saltou de seu peito quando viu tamanha beleza em uma mulher, sua respiração pareceu ter parado, seus músculos perderam a rigidez e ele ficou totalmente desprotegido, como se estivesse hipnotizado, ela era uma humana de cabelos negros azulados adornados por uma tiara de prata com pedras brilhantes, uma pedra azul bem no centro, combinava perfeitamente com os olhos da dama, a pele da moça era alva como as nuvens, seus traços eram os mais delicados, como se elfa fosse. O bardo por alguns momentos ficou parado sem falar nada, pois havia sido pego desarmado pelos olhos da moça, que observou o bardo assustada, de repente dama recuperando-se do susto e escondeu seu rosto com um véu azul. Zeth sacou sua espada e aproveitando-se do tranze em que se encontrava Kelthallas, derrubou-o no chão e pôs a lâmina da espada em sua garganta.
-O que faz aqui bardo?
-Eh! me desculpe, apenas vim ver se estava com problemas e necessitava de alguma ajuda. Gaguejou o bardo atônito
-Não!
Um grito veio de dentro da carruagem, uma mão delicada abriu a porta da carruagem e Kelthallas pôde ver novamente os olhos azuis mais belos de toda Tilverton. Apenas por um instante ela olhou para os olhos verdes e facinados do meio-elfo que pensou ter visto por baixo do véu um pequeno sorriso de timidez da moça.
Um grito veio de dentro da carruagem, uma mão delicada abriu a porta da carruagem e Kelthallas pôde ver novamente os olhos azuis mais belos de toda Tilverton. Apenas por um instante ela olhou para os olhos verdes e facinados do meio-elfo que pensou ter visto por baixo do véu um pequeno sorriso de timidez da moça.
-Deixe-o, ele não fez por mal. A moça falou e fechou a porta novamente.
-Desculpe-me Kelthallas, mas...
-Tudo bem Zeth, é seu trabalho, eu é que dêvo pedir-te desculpas, deveria ter percebido que se tratava uma conversa particular.
-Apenas esqueça o que viu amigo meio-elfo, esqueça o que viu. Falou o gigante de barbas ruivas
-Tudo bem, já esqueci. Repondeu o elfo olhando para a carruagem. já esqueci

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